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A Vaquinha no Precipício | Crônica

25 de agosto de 2019
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Um sábio passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita.

Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.

Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar. A casa era de madeira, faltava calçamento e os moradores, um casal e três filhos, trajavam roupas rasgadas e sujas.

Ele se aproximou do pai daquela família e lhe perguntou:

-Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Então, como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?”

O senhor calmamente lhe respondeu:

-Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e com a outra parte nós produzimos queijo, coalhada e outros produtos para nosso consumo. Assim, vamos sobrevivendo.

O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por alguns momentos, despediu-se e partiu. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:

-Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e a empurre, jogando-a lá embaixo.

O jovem arregalou os olhos espantando e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família. Mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.

Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.

Assim fez e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela pobre família tivera que vender o sítio para sobreviver.

Chegando no local, foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos, ao que o caseiro respondeu:

-Continuam morando aqui.

Espantado, ao encontrar os familiares, viu que se tratava das mesmas pessoas que visitara com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao dono:

-Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida?

E o senhor entusiasmado lhe respondeu:

-Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daquele dia em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.


Minha experiência com o Uber Eats e porque não recomendo o app

24 de agosto de 2019
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Há anos sempre que eu posso eu opto por fazer minhas compras no conforto da minha casa, sem o transtorno de ter que sair na rua sob o sol escaldante de quase 40°C, e serve para comida também. Pelo menos uma vez por semana aqui em casa costumamos pedir delivery, antes dos apps de entrega era pizza em 100% das vezes o que não é nada saudável, eu reconheço, mas depois que conhecemos esses apps toda uma gama de possibilidades se abriu.

No início eu usava Ifood, mas perto de onde moro existia poucas opções e quando tinha algo o valor da entrega às vezes acabava nem compensando, ou na "melhor" das hipóteses a gente esperava duas horas, às vezes um pouco mais, para receber um bom e velho sushi ou um hambúrguer.

E foi aí que conheci o Uber Eats. Eu já sou usuária da Uber há pelo menos dois anos e eu pensei: Caralho, é a solução para todos os meus problemas. E no começo foi, mas passado o período de lua de mel as coisas ficaram meio turbulentas por assim dizer.


Para começar, da Uber em si eu não tenho nada do que reclamar, sempre foram bem prestativos e altamente resolutos quando precisei deles, nunca tive problemas muito graves, mas ainda assim tive alguns problemas que foram resolvidos em um prazo infinitamente menor do que eu pensava e esse é um dos motivos pelos quais eu morro de amores pela Uber.

Por outro lado, vira e mexe eu via blogueiras reclamando da Uber Eats e uma das reclamações era o suporte com resposta vaga e eu não acreditei... até o dia que eu percebi que uma das minhas compras no Uber Eats havia sido cobrada 3 vezes, isso mesmo, paguei 3 e recebi só 1: Paguei em dinheiro ao entregador e ainda assim por algum motivo muito louco cobraram no meu cartão de crédito e descontaram o valor em créditos do Uber Cash. Óbvio que eu fui falar com o suporte na esperança de que pudessem me ajudar e a resposta que obtive foi que eu "deveria ter observado antes e não ter recebido o pedido". Aham, senta lá. Claúdia. 

Eu sou do tipo de pessoa que odeio perder dinheiro ou pagar a mais por algo que eu poderia encontrar com a mesma qualidade, em outro lugar e bem mais barato e sendo taurina não fico nada feliz em ver meu rico dinheirinho sendo tratado deste modo.

Sendo assim, exclui minha conta no Uber Eats (e recomendo que faça o mesmo), e ainda uso o Uber sem problemas (e espero que não mude). O valor dessa compra em particular nem foi tão significativo assim, mas sabe-se lá quantas vezes isso aconteceu comigo (e com outras pessoas) e eu nem se quer me dei conta, né? Não vale a pena ficar chorando pelo leite derramado, o que passou, passou e pronto, só digo uma coisa a cor do meu dinheiro a Uber Eats não vê mais, até porque meu dinheiro não é capim!

A Saga em busca do Protetor Solar Perfeito - Parte 1

23 de agosto de 2019
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Se a saga em busca do demaquilante perfeito acabou, a saga em busca do protetor solar perfeito está apenas começando. eu resolvi testar esse com cor da Profuse,  como eu  não consigo me adaptar a quase nenhum tipo de protetor solar que eu á tenha testado e meio que acabo optando quase sempre por um BB Cream (o que está longe de ser  escolha mais acertada) ao invés disso, eu pensei que talvez uma versão no estilo "é base ou protetor?" resolvesse, né? Enganam-se vocês, a moça aqui é bem mais complicada do que vocês pensam...


Recebi essa sample numa caixa da Glambox (acho que a do Verão e talz, mas nada confirmado, porque não me lembro mesmo) e o que me chamou atenção foi uma tag que dizia que ele era cor universal (oi? como assim, bial?) Mas, de alma lavada, me vesti de "coragem" e fui testar e a louca aqui resolveu passar para ir para o trabalho (já pensou?).

Num primeiro momento deu tudo certo, tinha ficado perfeito e cheguei até a acreditar que a busca teria enfim acabado. Só que nunca! Durante o trajeto de casa para o trabalho (cerca de 30 minutos) a base oxidou para um caralho e eu percebi isso quando vi que as gurias do trabalho estavam me olhando estranhas, parecia uma versão modernosa da nega maluca. Fiquei morta de vergonha, mas fui lavar o rosto na pia do banheiro e vida que segue, porque enquanto a pessoa não pagar minhas contas meus amores eu nem escuto desaforo.

A sample que eu recebi é na versão Gel-creme com proteção solar e cor, conta com proteção antiacne e não deixa a pele minando óleo ao longo do dia e, para mim, isso é fantástico. E foi exatamente isso que me fez pensar que pode ser que o caminho seja por aí mesmo. Vocês conhecem alguma outra marca (dessas que vende em farmácia mesmo e que não custam um rim) que tenha protetor solar com cor e que vocês recomendariam?
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